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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Três coisas que aprendi com Mestre Yoda

Numa vibe meio auto-ajuda nerd, aproveitando o 30º aniversário do Império Contra-Ataca, três coisas que aprendi com Yoda.

1) "O caminho para o Lado Negro o medo é. Medo leva à raiva, raiva leva ao ódio, ódio leva ao sofrimento."
Essa frase é autoexplicativa, na verdade. Mas o que eu tenho a dizer é que o medo paralisa e isso é frustrante. A pessoa sabe que é capaz, mas na hora H bate aquele medão e ela simplesmente não consegue. Aí ela fica frustrada e com raiva. Com o tempo essa raiva se multiplica, toma conta da pessoa e vira ódio. Aí parece que tudo tá errado. E a pessoa sofre. O Lado Negro da Força é sedutor e fácil, mas o caminho fácil geralmente não é o certo.

2) "Muito a aprender você ainda tem."
Todo mundo sempre tem muito a aprender. Sempre. Independente do que faz, da idade que tem, do quanto estudou. Ninguém aprende tudo e ninguém é 100% do que pode ser. Todo mundo pode aprender e melhorar sempre e sem parar. Pensa assim, é como se a gente aprendesse numa progressão geométrica de razão 1/2, não interessa o quanto a gente chegue perto de 100%, a gente nunca vai chegar lá de fato. Isso não significa que a gente deva parar de se esforçar pra chegar aos 100%. Quanto mais perto a gente chegar, melhor pra gente, mas nada é mais gratificante que continuar aprendendo mais e mais.


3) "Tentar não. Fazer, ou não fazer. Não existe tentar."
“Não existe tentar?” Você me pergunta em indignação. Não, não existe, eu te digo. “Mas e se eu fizer e errar??” Aí você fez e errou. Você não tentou. Parece óbvio, mas é diferente. A partir do momento que você fez e errou, você aprendeu com o seu erro. Você não tenta, você faz. Se você acertar, bem, excelente. Se você errar, ok, excelente também, porque você aprendeu uma coisa nova.

PS: Minha tradução do Mestre Yoda ficou podre, peço desculpas.


terça-feira, 11 de agosto de 2009

Sonho lindo de viver

Fevereiro de 2011. Imagina só. Vocês respiram fundo e dão um passo em direção à porta. Ela abre e vocês vêem o hall, todo azul, limpo, maravilhoso. No hall tem um balcão com um recepcionista. Ele olha, abre um sorriso:

— Ah, estávamos esperando por vocês. São as pesquisadoras que estão desenvolvendo uma tese sobre cenas de brigas em novelas, certo?

As duas fazem que sim com a cabeça. Estão sem fala, nervosas. E não porque o recepcionista é lindo, mas porque ele está entregando os crachás que dão livre acesso a todas, eu disse todas, as salas de arquivos com novelas antigas.

Vocês sentem as pernas bambas. Ele leva vocês por um corredor. Chegam a uma sala. ARQUIVO, diz a placa.

— Pronto, chegamos.

Ele abre a porta, vocês entram. Quase choram. OK, choram bastante. Decidem escolher duas novelas pra começar: Celebridade e Caminho das Índias. Apesar de muito criticadas, foram boas novelas. E apesar de “o público geral” (os colegas de turma de vocês) criticar o trabalho de vocês e achar tudo meio inútil e pouco interessante, vocês sabem o quanto isso ia ser legal. O quanto ia ser ótimo ter acesso a esses arquivos e que desse tema sairia um trabalho bom de verdade.

Ah, não custa sonhar.



quarta-feira, 29 de julho de 2009

Férias Interioranas

O que a gente fez:
- Ir tomar sorvete no McDonald's e comer um lanche completo (e um sorvete).
- Ir comer no Bob's (acabamos ficando no sorvete e Milkshake).
- Ver filme na casa da Paula (e comer muita pipoca).
- Ir ao Shopping comer espeto, pastel, queijo quente, pipoca...
- Comprar Coca-Cola, copos, biscoitos e bombons no Máximo pra ir ver novela na casa da Paula.
- Ir pra Penedo comer rodízio de sushi e depois tomar sorvete.
- Resgatar a Natália e trazê-la de volta para a civilização.
- Ir comer pizza na Sabor & Lenha (a gente acabou pedindo a pizza em casa).
- Festa na casa da Paula com 8 pessoas: Alice, Aninha, Ana F., Bruna, Natália, Paula e a Nina (cã), mais a Pu, por MSN.
- Passear pelo banheir... quer dizer, pelo Colégio.
- Caminhar no Parque das Águas.
- Sair cantando pela rua em Penedo, pseudo-trêbadamente.
- Montar no veadinho do rabo ereto na frente da Casa do Papai Noel.
- Passear de carro por Resende fazendo vídeos.
- Trazer quem não tava presente pra jantar com a gente por MSN.
- Tentar convencer a Pu a voltar de Santos (e não ter sucesso porque ela é uma chata besta).

O que não deu pra fazer:
- Fazer a Natália contar a história que ela não quer contar.
- Ir ao Cinema ver filmes repetidos (e comer pipoca).
- Ir ao Rei do Salgadinho comer bolinha de queijo.
- Fazer piquenique na AMAN (ou no jardim da Natália).
- Ir ao Manga Rosa porque lá é vazio.
- Comer pastel no Paraíso.
- Comer pastel na frente do Bob's.
- Ir pro Parque Nacional.
- Surfar uma tromba d'água.
- Passear na Chalana do Paraíba (não existe mais).
- Tomar coco perto da ex-casa da Bruna.
- Fazer geladinho.
- Fazer um bolo.
- Excursão à PegMel.
- Comprar ervas medicinais em Mauá.
- Ir ao Costa.
- Ir ao Güela.
- Comer Empadão e tomar guaraná natural na Parada o Milho.

sábado, 25 de julho de 2009

Texto ruim, só pra tirar teia de aranha


Outro dia à tarde fui ao CCBB assistir a “Metrópolis”, do Fritz Lang, É um filme de 1926, (nada a ver com Metrópolis, a cidade do Superman) que faz parte do Expressionismo Alemão. É um dos grandes filmes da História do Cinema.

Logo que começou a sessão, me animei. Era uma versão restaurada e completa, com partes antes perdidas. Era o filme exatamente como as audiências de 1926 (e só elas) tinham assistido. Ia ser lindo. Mas aí veio a segunda parte do aviso. Era colorizado e com uma trilha sonora moderna.

E com uma trilha sonora moderna eles quiseram dizer dos anos 80. É, era Metropolis 80s Mix. Ridículo, mas totalmente hilário, mas idiota, mas divertido. Isso fez o filme virar uma piada na minha mente. E aquela coisa anos 80 fez o filme parecer um videoclipe esquisito.

E a mulher-que-faz-a-Maria-e-depois-vira-Hel-o-robô-ou-ao-contrário-sei-lá-algo-assim (Brigitte Helm) virou uma espécie de pré-Cyndi Lauper. Total. Toda torta, louca, descabelada, esquisita, com música dos anos 80. É meio triste isso, porque a Brigitte Helm tem uma atuação muito, muito boa mesmo, mas todo o problema com a música fez o filme ficar caricato e bizarro.

[Na foto: Brigitte Helm num momento Cyndi-Lauper-toda-torta]